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Mostrando postagens de Janeiro, 2017

MONJA COEN ENSINA COMO DESENVOLVER O AMOR PRÓPIO

Monja Coen ensina como desenvolver o amor próprioMonja Coen Roshi é uma monja zen budista brasileira e missionária oficial da tradição Soto Shu com sede no Japão. Monja Coen também é a Primaz Fundadora da Comunidade Zen Budista criada em 2001 com sede em Pacaembu, São Paulo. Provavelmente você já deve ter visto algum vídeo falando sobre diversos assuntos pertinentes, sempre com muita calma e serenidade. Dessa vez, me deparei com um vídeo dela falando sobre como desenvolver o amor próprio, e o que achei bacana foi a forma que ela fez isso, sem aquele tom de auto-ajuda tão característico do tema, mas de forma sensata e bastante prática. Tire uns minutinhos do seu vida e assista, vale a pena: As palestras completas podem ser vistas aqui. Fonte:http://razoesparaacreditar.com/amor/monja-coen-ensina-como-desenvolver-o-amor-proprio/

O MEDO E O EGO - MATTHIEU RICARD

O MEDO E O EGO O ego, escreve o filósofo budista Han de Wit, “é também uma reação afetiva ao nosso campo de experiência, um movimento mental de recuo baseado no medo”. Por medo do mundo e dos outros, por receio de sofrer, por angústia sobre o viver e o morrer, imaginamos que ao nos escondermos dentro de uma bolha — o ego — estaremos protegidos. Criamos, assim, a ilusão de estarmos separados do mundo, acreditando que dessa forma evitaremos o sofrimento. Na realidade, o que acontece nesse caso é justamente o contrário, uma vez que o apego ao ego e à auto-importância são os melhores ímãs para atrair o sofrimento. O genuíno destemor surge com a confiança de que seremos capazes de reunir os recursos interiores necessários para lidar com qualquer situação que surja à nossa frente. Isso é totalmente diferente de retirar-se na auto-absorção, uma reação de medo que perpetua profundos sentimentos de insegurança. Cada um de nós é, de fato, uma pessoa única, e está certo reconhecermos e apreciarmos …

A VIOLÊNCIA INVISÍVEL - MONJA COEN ROSHI (VÍDEO)

A violência invisível - Monja Coen Roshi
Publicado em 5 de mai de 2013
Palestra do ciclo "A Banalização do Mal, Ensaios Sobre Fenômenos Líquidos" da Escola Paulista de Psicanálise. Realizada no auditório da Livraria Martins Fontes de São Paulo. Neste encontro a Monja Coen Roshi, missionária da Tradição Zen Sotoshu do Japão, abordou o tema: "A violência invisível".
Cláudia Dias Baptista de Sousa (São Paulo30 de junho de 1947), conhecida como Monja Coen Roshi, é uma monjazen budistabrasileira e missionária oficial da tradição Soto Shu com sede no Japão. Monja Coen também é a Primaz Fundadora da Comunidade Zen Budista criada em 2001 com sede em PacaembuSão Paulo. Seu pai era filho de portugueses e sua mãe oriunda de familia paulista quatrocentona (Dias Baptista), de grandes proprietários de terra. Ela é prima de Sérgio Dias BaptistaArnaldo Dias Baptista e Cláudio César Dias Baptista, mais conhecidos por seus trabalhos com a banda Mutantes. Criada no Cristianismo, de…

A PRÁTICA DA MEDITAÇÃO - JETSUNMA TENZIN PALMO (VÍDEO)

A prática da Meditação-Jetsunma Tenzin Palmo
Publicado em 14 de mai de 2014
Jetsunma Tenzin Palmo nasceu em 1943, na Inglaterra. Praticou por 12 anos em retiro em uma caverna no Himalaia. Aluna de Khamtrul Rinpoche, tornou-se a segunda mulher ocidental ordenada no budismo tibetano (escola Drukpa Kagyu) e fundou um monastério de monjas, onde é a responsável hoje em dia, além de oferecer palestras e retiros pelo mundo todo.
Jetsunma Tenzin Palmo (nascida em Hertfordshire30 de junho de 1943) é uma bhikṣuṇīmonja consagrada da escola de Kagyu do budismotibetano. É autora, professora e fundadora do Convento Dongyu Gatsal Ling em Himachal Pradesh, na Índia. Ela é mais conhecida por ser uma das poucas yoginis ocidentais treinadas no Oriente, após ter passado 12 anos vivendo em uma caverna no Himalaia, sendo 3 deles em estrito retiro de meditação. ReconhecimentoEm 16 de Fevereiro de 2008, Tenzin Palmo ganhou o título de Jetsunma, em reconhecimento às suas realizações espirituais como monja e a…

AMOR X APEGO - JETSUNMA TENZIN (VÍDEO)

AMORXAPEGO  Mais um precioso ensinamento da mestra budista Jetsunma Tenzin Palmo. Do Livro “No Coração da Vida”.  O problema é que nós sempre confundimos a ideia de amor com apego. Sabe, nós imaginamos que o apego e o ciúmes que temos em nossas relações demonstram que amamos. Quando na verdade é só apego. E isso nos causa dor. Porque quanto mais nos agarramos a algo, mais temos medo de perder. E então, se nós perdermos, vamos sofrer. O que quero dizer é que amor genuíno é… Bem, o apego diz: “Eu te amo, por isso quero que você me faça feliz”. O amor genuíno diz: “Eu te amo, por isso quero que você seja feliz. E se isso me incluir, ótimo. Se não me incluir, eu só quero a sua felicidade.”. E são dois sentimentos diferentes. O apego é como segurar com muita força. Mas o amor genuíno é como segurar muito gentilmente, alimentando aquilo, mas permitindo que as coisas fluam. Não é ficar preso com amarras. Quanto mais amarrarmos o outro, mais nós sofremos. É muito difícil para as pessoas entenderem…

QUAL O SIGNIFICADO DAS BANDEIRAS DE ORAÇÃO NO BUDISMO TIBETANO ? - AS CINCO CORES SIMBOLIZAM AS 5 SABEDORIAS DO BUDISMO

QUAL O SIGNIFICADO DAS BANDEIRAS DE ORAÇÃO NO BUDISMO TIBETANO? "Qual o significado das bandeiras coloridas? É alguma festa?" Esta é uma pergunta frequente feita por quem, pela primeira vez, chega a um centro ou mosteiro budista tibetano. A questão é legítima, uma vez que semelhante costume nunca existiu no nosso país. O costume vem do Tibete e remonta ao século XI. Foi o grande mestre indiano Atisha (982-1054) que ensinou aos seus discípulos como imprimir orações e mantras sobre pedaços de tecido, a partir de blocos de madeira gravados. Estas bandeiras, fixadas a um mastro ou a um bambu, ou cosidas a cordas esticadas entre dois pontos, ondulavam livremente ao vento. Esta tradição acabou por ser muito difundida no seio do Budismo tibetano. À volta dos mosteiros, nos sítios sagrados, presas aos ramos da árvore de Bodhi, em redor do grande Stupa em Boudhnath e mesmo junto a habitações, vemos por toda a parte. Desfraldadas ao vento, a sua presença sonora acompanha a cadência das o…